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Perseguida Em Mianmar, Minoria Islâmica Foge De Hostilidade Militar

"Paulo" (2018-06-21)

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Hassina Begun, trinta e cinco, deu à luminosidade oito filhos, entretanto em teu barraco, no campo de refugiados de Kutupalang, em Cox's Bazar, Bangladesh, apenas 4 crianças, sobreviventes, vivem com ela. Pela mais recente ofensiva do Exército de Mianmar contra a minoria muçulmana rohingya, Hassina conta que militares birmaneses invadiram de madrugada seu vilarejo, em Rakhine, no oeste de Mianmar. Entre os assassinados estavam o marido e 3 filhos de Hassina. O filho mais novo, Hiyazudin, três, sobreviveu e assistiu ao massacre da família. Após os disparos, conta a refugiada, os militares ergueram 5 pilhas de corpos. Hiyazudin continuava chorando, sozinho, sempre que os corpos eram carbonizados.


Hassina cobre o rosto com seu hijab negro sempre que chora. Teu vilarejo assim como foi incendiado. A "operação limpeza" encabeçada pelo Exército de Mianmar entre outubro de 2016 e fevereiro nesse ano seria uma resposta à morte de 9 policiais birmaneses em resultância de um ataque de rebeldes em Maungdaw, perto da fronteira com Bangladesh. De acordo com a ONU, a dureza contra os rohingyas teria deixado mais de 1 mil falecidos, incluindo meninas.


A ONU ainda acusa as forças de segurança birmanesas de torturas, estupros em série e desaparições forçadas que poderiam ser considerados "crimes de lesa humanidade" e "limpeza étnica". Folha, Adama Dieng, assessor especial para a Precaução de Genocídio da ONU. O governo de Mianmar, da líder verdadeiramente e prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, nega as acusações. Em entrevista à BBC, Suu Kyi diz que "limpeza étnica é muito forte" para definir os crimes cometidos em Rakhine.


A ONU aprovou, em março, uma resolução que determina o envio de uma atividade internacional a Rakhine pra investigar os crimes denunciados pelos rohingyas, "garantindo plena responsabilidade aos perpetradores e justiça pras vítimas". Por enquanto, Mianmar rejeita a entrada da comissão internacional e a qualifica como "inaceitável". Após a repressão, mais de setenta e cinco mil rohingyas fugiram para Bangladesh, nos campos de refugiados de Kutupalang e BaluKhali.


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Eles dependem essencialmente da socorro de ONGs. visite o link esgoto corre a céu aberto enquanto as meninas brincam, nuas, em meio à sujeira. Cólera, difteria, malária e hepatite de imediato afetaram mais de 1000 pessoas só em Kutupalang, segundo o médico Nur Al Qalay. Um homem vestido com uma túnica branca se aproxima de um terreno baldio —convertido em cemitério— carregando um corpo diminuto envolto em um tecido branco. Abul Kalan sempre que arrastava um pouco de terra pra fechar o túmulo do filho, nascido havia 2 dias.


Nos últimos três meses, morreram 27 fedelhos recém-nascidos, filhos de mães refugiadas. Taiaba Begun, trinta, cruzou a fronteira há um mês. Era madrugada quando teu marido fugiu pouco antes da chegada dos militares. Grávida de oito meses, ela gritou para acordar visite o link filho de 7, pegou a pequena de dois anos no colo e correu. Taiaba nãvisite o link pôde parar pra lamentar.


Fugiu pra outro povoado. Lá, 12 dias depois de ter dado à luminosidade, seria atacada de novo. Se quiser saber mais informações sobre deste assunto, recomendo a leitura em outro muito bom web site navegando pelo hiperlink a seguir: visite o link. O médico rohingya Nu Al Qalay alega ter inscrito mais de cem casos de dureza sexual no último mês. O número total, não obstante, é indeterminado. O vice-diretor para Ásia da ONG Human Rights Watch, Phil Robertson, diz que os estupros são uma "arma de disputa" usada pelo Exército birmanês.


Com classificação livre, a montagem é efeito do programa PREAMAR da Faculdade Porto Iracema das Artes, enfoca a selvajaria institucional/estatal e tua interferência nas relações familiares perdidas, notadamente a conexão mãe-filho. Traz para a cena o tema da ditadura militar de 1964, por intermédio do texto "Cactos", entretanto bem como o assunto atual de hostilidade institucionalizada/ estatizada. Neste fim de semana, a sala onze do UCI Cinemas do Shopping Iguatemi exibe o "Quebra-Nozes", história clássica do período natalino, com performance do Balé Bolshoi.



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