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Prefeitura Fixa Tempo Para Limpeza De Terrenos

"Paulo Nicolas" (2018-06-14)

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Os proprietários de imóveis não edificados, os chamados terrenos baldios, têm prazo de quinze dias, contados a partir do próximo sábado, para realizarem a roçagem e limpeza dos lotes. Caso o proprietário não responder ao chamado até o dia três de julho, no momento em que expira o tempo, a Prefeitura executará o serviço e providenciará a cobrança. Altamente recomendado Web-site Segundo detalhes do setor de tributação, o município tem dez,4 1000 lotes vazios. Como historicamente ocorre, muitos proprietários deixam de fazer a limpeza por conta própria. Aproveitando a chance, acesse bem como esse outro web site, trata de um conteúdo referente ao que escrevo por este artigo, podes ser vantajoso a leitura: Altamente recomendado Web-site.


Desta maneira, o Município criou um procedimento bom, por meio de decreto municipal, pra fazer o serviço e fazer a posterior cobrança", explica Machado. Além do mato que toma conta do terreno, o espaço algumas vezes é utilizado como depósito de lixo, favorecendo a proliferação de insetos perigosos à saúde. O propósito da Prefeitura não é arrecadar com a cobrança desses serviços, no entanto sim é de conscientizar o proprietário de ter a iniciativa de tomar conta adequadamente do seu terreno", observa Machado. Altamente recomendado Web-site Após o prazo de quinze dias que está sendo concedido, a equipe da Secretaria de Serviços Públicos registrará por intermédio de fotografia a situação do imóvel e executará o serviço de limpeza, que Altamente recomendado Web-site é feito por uma organização terceirizada. Tiramos uma foto antes e outra após a limpeza, para documentar legalmente a ação", esclarece Paulo Reis, diretor municipal de Serviços Públicos.


Naquele território, segundo novas notícias, trabalhavam 120 pessoas que chegavam a imprimir um.000 folhas por dia. As pesquisas e textos a respeito de dos Laemmert não se aprofundam com a finalidade de esclarecer alguma coisa sobre o tipo de prédio em que fixaram sua Tipografia Universal pela metade do século XIX. Cita-se só que as instalações eram modernas e permitiam a periodicidade de mais de cem pessoas trabalhando. Não há fonte ao tipo de construção. Entre 1880 e 1884 os irmãos faleceram. Os negócios passaram assim pra Gustavo Masson (genro de Heinrich), Edgon Widmann e Arthur Sauer (assim como genro de um dos 2 irmãos).


  • Duas fotografias de frente 3x4

  • COMPANHEIRA -

  • Borrão - Sclerolobium aureum (Tull.) Benth. (LEGUMINOSAE)

  • Goiabeira - Psidium guianense Sw. (MYRTACEAE)

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Os 2 primeiros ficariam com a livraria e Arthur Sauer com a tipografia, fundando nova firma, a "Companhia Typographica do Brazil", sem, no entanto, mudar de endereço. Em 1898 seria construído um novo prédio, eventualmente por Arthur Sauer, com 3 andares e similarmente modernas instalações gráficas. De acordo com Ernesto Sena, na verdade o prédio seria "reconstruído" com 3 andares "sendo observadas todas as condições adequadas ao fim comercial a que se destina". Pela data do incêndio (1910 ou 1909) "o elegante casarão da Estrada dos Inválidos" que pegou fogo neste instante pertencia a Augusto Orgaest que pediria licença para montar novos prédios em 1911 (Vide documentos do Arquivo da Cidade).


Na imagem abaixo se pode ver de perto que o prédio de 1911 possuía 2 andares, sempre que aquele que o substituiu tinha um a mais. As pesquisas arqueológicas indicam pra hipótese de que amplo parte do prédio anterior tenha sido aproveitada pelo do Estacionamento (no mínimo - ao que tudo aponta - o térreo). O mais recente é aquele em que foi montado um prédio fronteiro à Avenida dos Inválidos, tipo do início do século, de 3 andares.


Em ordem de antiguidade, o terreno foi ocupado por no mínimo mais um prédio em sua fachada, tipo neoclássico com dois andares. Tua área coincide com o prédio da frente do estacionamento, sugerindo mesmo ter este aproveitado cota da suporte anterior (ao menos o piso de ladrilhos hidráulicos). Este, por tua vez, ergueu-se à frente de outros prédios mais antigos. Aquele neste instante anterior, que pode ser denominado como de "ocupação média", foi construído em 1898 pelos sócios da Tipografia Laemmert, (ou "Companhia Typographica Brazileira") possuía 3 andares, segundo relato da data.


Alongava-se por todo o terreno e era composto - no mínimo - por duas construções, um no centro do terreno e outro nos fundos (respectivamente "Prédio II" e "Prédio I"). A construção dos fundos teoricamente não se incendiou, mas a do "Prédio II" sofreu duro encontro pelas chamas em 1909/1910. Existiriam, por isso, entre 1898 e 1908/09. Podes ser, porém, que o "Prédio I" seja mais recente.


Ocorre, todavia, que a Tipografia Laemmert agora estava situada no lugar desde décadas antes de 1898, ao que tudo indica em prédio a respeito do qual foi levantado o "Prédio II". Provas da sua existência jaziam perante o prédio citado pela área do centro do terreno. Seria a ocupação mais antiga do recinto, aquela em que a Tipografia a princípio se instalou.



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